Instrumental no
Arena - I Edição
Apresentação.
Tendo como finalidade maior dar continuidade à valorização da produção artística do Estado, a primeira edição do projeto Instrumental no Arena é mais uma ação da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (Diteal). O Projeto quer consolidar a música instrumental e os músicos locais, por meio do trabalho constante para a permanência deles em nossas salas de espetáculos. Ainda, busca criar a oportunidade de formar novas platéias.
A programação do projeto é bem variada, com espetáculos do erudito ao popular. Acompanhados de participações, conhecidos nomes do cenário local se apresentam: Félix Baigon, Tião Marcolino, Zailton Sarmento, Siqueira Lima, Almir Medeiros e Toni Augusto.
A primeira apresentação acontece dia 05 de junho com um show coletivo, com todos os músicos participantes da programação. O projeto se estende até o dia 04 de dezembro, sempre às primeiras quintas-feiras de cada mês.
Douglas e Tião Marcolino
O autodidata Tião Marcolino inicou sua carreira em 1976, quando aprendeu a tocar cavaquinho. Passou então para a viola e, logo em seguida, aos 11 anos, começou a tocar sanfona. Possui 12 discos gravados, além de diversas participações como convidado em álbuns de outros artistas.
Em 1990, o filho de Tião, Douglas, iniciou seus estudos. A primeira participação foi aos oito anos no disco de seu pai, Tião Marcolino. Repetiu a experiência aos 12 e daí tomou gosto pela coisa. Já integrou bandas como Caviar com Rapadura, Banda Karisma, Forrozão Quarto de Milha, de Belém do Pará, e Chave de Cadeira, da Bahia. Além de ter dirigido alguns trabalhos do pai, participou da produção de bandas de forró de Belo Horizonte e Brasília. Em Maceió, produziu a banda Mô Fio, Capim de Cheiro e Danados do Forró.
Félix Baigon
Nasceu em Maceió em 1956, onde estudou teoria musical e
solfejo com o maestro Manoel Leandro, o Mestre Manuca,
no final dos anos 70. Aprendeu a tocar o contrabaixo sozinho e passou a
acompanhar artistas em festivais universitários e bailes.
Em 1986, mudou-se para o Rio de Janeiro e integrou a
Orquestra Tabajara, do Maestro Severino Araújo. Nesse período, estudou harmonia
no Cigam e contrabaixo com os baixistas Adriano Giffonni e Paulo Russo. Acompanhou diversos artistas, dentre
eles Jamelão, Nelson Gonçalves, Eliana Pitman, Jorge Vercilo, Rita Mansur, Suzy Quintella. Participou da
primeira formação da Banda Celebrare e atuou em
musicais com os atores Luis Armando Queirós e Beth Faria. Das osquestras com as quais elteve, estão a Tupy, Cuba Libre
e Rio Jazz Orquestra. Fez temporada com a Orquestra Tabajara no Cassino Estoril em Portugal; em Vancouver,
no Canadá, participou do evento ´Carnaval do Brazil´, com o cantor alagoano Carlos Moura.
Nos anos 90, retornou a Maceió e passou a produzir e tocar
com diversos artistas alagoanos como Leureny, Mácleim, Júnior Almeida, Ricardo Mota, Chico Elpídio, Sóstenes Lima, Lucy Serralvo, Clarice Barreiros,
Fernanda Guimarães e Irina Costa. Esteve
representando Alagoas em eventos por várias cidades de Europa.
Em 2007, voltou a atuar no eixo Rio/São Paulo, por meio do espetáculo ´Bibi Pop III´, com a atriz e cantora Bibi
Ferreira, além de espetáculos de música isntrumental
nas duas cidades. Tem tocado com alguns conhecidos nomes como Yamandu Costa, Marcel Powell, Duofel, Paula Morelembaun, Dalilla Coult, Chico Pinheiro, Natan Marques e Paulo César Pinheiro.
Músicos :
Nailton Miranda – Bateria;
Jiuliano Gomes – Piano/Teclados
Ricardo Lopes – Violão Guitarra
Participação Especial : Everaldo Borges – Saxofone e Flauta.
Crédito das fotos : Raúl Spinassé
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Pernambucano de Recife, o guitarrista, arranjador e diretor musical Toni Augusto já teve a oportunidade de tocar com Carlos Moura, Banda Mel, Paulinho Boca de Cantor, Edil Pacheco, Teca Calazans, Cátia Guima e Daniela Mercury. Foi convidado a participar da gravação com Daniela Mercury, Banda Mel e Cátia Guimma, além de Carla Visi, Chiclete com Banana e Tânia Alves.
Viajou bastante a trabalho: Europa, Estados Unidos, África do Sul, Marrocos, Havaí, Cabo Verde e América do Sul. Atualmente, executa um trabalho instrumental e trabalha em seu estúdio fazendo arranjos, cds e direção musical.
A 
A cidade de Marechal Deodoro,
tradicionalmente, tem sido reduto de músicos, especialmente no que se refere a instrumentistas de sopro. Essa realidade motivou o CEFET-AL
a instituir cursos básicos de música, a fim de atender a demanda da região
lagunar.
Foi na unidade de Marechal Deodoro que o
professor e maestro Almir Medeiros realimentou a sua antiga idéia de criação de
um quarteto de saxofones, no qual valorizaria os instrumentistas que se
destacassem. O A
De lá para cá, o grupo já fez várias
apresentações, incluindo o 1º. Festival
de Música Instrumental do BNB
Dirigido pelo Maestro Almir Medeiros,
também saxofonista do grupo, o quarteto conta com a participação e o talento
dos jovens Aldo Nicolau, Elizaubo
Wandemberguer e Elízio
Goethe.
Componentes:
Aldo Nicolau (Sax Alto) – alagoano, 21 anos, nascido
Almir Medeiros (Sax Soprano e Alto) – alagoano, 42 anos,
nascido em Maceió, iniciou seus estudos musicais na Escola Técnica
Federal aos 16 anos, onde hoje exerce a função de professor de Cultura e
Música. Educador Musical formado pela Ufal e
Especialista em Artes pelo Cesmac, vem se dedicando
integralmente à música como maestro, compositor, arranjador e instrumentista.
Elisaubo Wandemberguer (Sax Tenor e clarinete) - alagoano, 21 anos, nascido
em Maceió e residente
Elízio Goethe (Sax Barítono) – alagoano de 20
anos, nascido em Maceió e residente
Siqueira Lima
Desde pequeno Siqueira Lima conviveu com a música popular brasileira, seu pai costumava levá-lo às rodas de choro e de samba. As primeiras lições de música aconteceram aos 15 anos, no Centro Educacional da Fundação Bradesco, com o Prof. Manuel Firmino, mestre que reconheceu no jovem aluno a fagulha de talento que ele adiante demonstraria no cenário musical alagoano.
Ingressou no curso de música da Universidade Federal de Alagoas, permanecendo por três anos. Seu currículo registra participação em inúmeros cursos, encontros e workshops sobre seu instrumento, o trompete, valendo destacar o 2º Encontro Regional de Trompetistas, em Salvador/BA, onde recebeu orientações do 1º trompetista da Orquestra de Boston/EUA. No aprimoramento de seus conhecimentos em harmonia e improvisação, Siqueira Lima contou com a orientação dos maestros Almir Medeiros e Tonho do Carmo.
Estudioso do repertório internacional, o trompetista é grande admirador de Chet Baker. Freqüentador habitual das rodas de choro de Maceió com o sopro limpo do seu instrumento, Siqueira é amante do chorinho – executa e pesquisa os mestres deste gênero: Pixinguinha, K-Ximbinho, Abel Ferreira, Fon-Fon, Silvério Pontes.
A primeira composição de Siqueira Lima foi o chorinho intitulado "Começando", música de admiráveis tessitura harmônica e melodia. Com essa composição, participou do Cd "Chorano", patrocinado pela Chesf em 2007.
Na discografia alagoana, Siqueira já gravou com vários compositores como Eliezer Setton, Leureny Barbosa e Wilma Araújo. Atualmente, é trompetista da Banda do Corpo de Bombeiros do Estado de Alagoas e da Orquestra Conexão Latina.
Zailton Sarmento
O tecladista Zaílton Sarmento iniciou sua carreira na década de 70, participando de bailes e festivais universitários. Com o grupo Terra, esteve no programa Som Brasil, da Rede Globo.
Zaílton é integrante do Chorinho Novo desde 1975. Em 2001, como membro do grupo coralista Coreftal, excursionou por toda a Europa. Atualmente, trabalha fazendo shows em diversos tipos de eventos. Para o repertório do Teatro de Arena Sérgio Cardoso, o tecladista anuncia, dentre outras, composições de Badem Powell, Jacob do Bandolim, Villa Lobos, Pixinguinha e Ernesto Nazareth.